Bolsonarista que destruiu relógio de Dom João VI em ato terrorista é ouvido em Uberlândia
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Sede da Polícia Federal em Uberlândia — Foto: Luís Fellipe Borges
O homem que aparece nas imagens de uma câmera de segurança quebrando um relógio do século 17, no Palácio do Planalto, durante os atos de terroristas de 8 de janeiro, está na da Polícia Federal em Uberlândia. Antônio Cláudio Alves Ferreira, de 30 anos, será ouvido na noite desta segunda-feira (23), após ser detido na cidade.
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Segundo a Polícia Federal, posteriormente, ele será encaminhado ao sistema prisional de Uberlândia.
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Antônio é de Catalão (GO) e estava foragido desde o dia dos ataques. Uma câmera de segurança flagrou o carro do suspeito rodando pela cidade goiana 10 dias após os atos terroristas.
O relógio de pêndulo foi um presente da Corte Francesa para Dom João VI. Balthazar Martinot era o relojoeiro do rei francês Luís XIV.
O Ministério da Justiça também confirmou a identificação de Antônio Cláudio e informou que ele era considerado foragido após os atos terroristas.
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Morador de Goiás, Antônio Claudio Alves Ferreira está foragido após ser filmado destruindo relógio raro do século 17 no Palácio do Planalto, em Brasília — Foto: Reprodução/Fantástico
Morador de Goiás, Antônio Claudio Alves Ferreira está foragido após ser filmado destruindo relógio raro do século 17 no Palácio do Planalto, em Brasília — Foto: Reprodução/Fantástico
Antônio Cláudio Alves Ferreira teve três processos criminais na Justiça de Catalão e já foi preso duas vezes. Todos os processos estão arquivados atualmente porque ele cumpriu as sentenças. Abaixo, veja os processos no Tribunal de Justiça de Goiás:
De acordo com as sentenças, os processos por ameaça foram arquivados porque Antônio Cláudio fez acordo com uma das vítimas, e no outro processo, a vítima não compareceu à audiência. 💥️Mais abaixo, veja as passagens pela polícia em Goiás.
A Polícia Civil de Catalão levantou os registros contra Antônio Cláudio, nesta semana, após ele ser identificado, e descobriu duas prisões.
O registro de prisão por receptação, de 2014, consta no sistema da polícia, segundo o delegado Jean Arruda, mas ele não foi encontrado pelo Judiciário.
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ANTES e DEPOIS - Peça do século 17, o relógio do francês Balthazar Martinot foi destruído por vândalos em 8 de janeiro de 2023 — Foto: Arte/g1
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