Nem tudo que escorrega é lubrificante: o que você jamais deve usar no sexo
Colaboração para Universa E o que não usar? Ele faz maravilhas para a hidratação capilar. No entanto, não deve ser usado como lubrificante sexual. Por ser um óleo, a substância pode estragar o látex da camisinha e deixar os parceiros suscetíveis a DSTs. Não só a manteiga: não é indicado utilizar produtos comestíveis na região íntima, pois pode causar infecções e alergias. Na internet é possível achar receitinhas de lubrificantes caseiros à base de azeite de oliva, clara de ovo, aloe vera ou babosa. Reflita: além de você perder o maior tempo preparando a gororoba, ela provavelmente ainda vai ter um cheiro medonho e acabar com o clima na hora H. Apesar de ser uma substância bastante escorregadia, não é indicada para melhorar a lubrificação íntima, já que a substância é à base de petróleo e pode causar infecções como a vaginose bacteriana. Além disso, a vaselina também pode interferir na proteção oferecida pelo látex da camisinha. Além disso, os derivados de petróleo reagem de forma negativa com o látex -material do qual é feita a camisinha-, facilitando a ruptura do preservativo. Sexo no chuveiro é uma delícia, mas a água pode dificultar a penetração. Então, nada melhor do que pegar algum produto que já está à mão e aplicar na vagina ou no ânus para facilitar as coisas, não é mesmo? Claro que não! Esses itens foram fabricados pensando apenas na higiene. Até mesmo o sabonete líquido íntimo feminino deve ser usado apenas para a limpeza. Xampu, condicionadores e afins podem prejudicar o pH da região. A saliva é viscosa, mas não é escorregadia o suficiente para substituir lubrificantes artificiais. Pior: facilita a transmissão de doenças. Usar hidratantes nas áreas íntimas podem causar inchaço e irritação generalizada, principalmente porque a maioria contém álcool na formulação. E mais: esses cosméticos trazem em sua composição substâncias como perfumes. OK, a textura é praticamente idêntica à dos lubrificantes vendidos em farmácia. Só que oferecem o risco de danificar o preservativo e estão ligados a infecções. Um estudo publicado pela revista médica norte-americana "Obstetrics and Gynecology" relacionou o uso do produto à presença do fungo causador da candidíase na região íntima feminina. ✅💥️Fontes: Caroline Alexandra Pereira, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana e endoscopia ginecológica, da Clínica Viváter, de São Paulo (SP), e Milena Franzano, terapeuta sexual e de casal do Rio de Janeiro (RJ)
Óleo de coco para cabelo
Manteiga
Misturebas caseiras
Vaselina
Sabonete, xampu ou condicionador
Saliva
Creme corporal
Óleos de bebê
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