Ibovespa: ontem, descobrimos o novo piso da Bolsa; agora, falta saber onde está o teto
Perspectivas: para embalar uma alta consistente, Ibovespa precisa de um estirão de 7%, dizem analistas (Imagem: B3/Linkedin)
💥️A forte queda de 2,33% do Ibovespa, no pregão de ontem (20), serviu para comprovar que a região dos 107 mil pontos se firmou como um novo suporte de curto prazo, segundo os analistas gráficos. Isto porque, após atingir a mínima de 107.520 pontos, o índice reagiu e fechou nos 108.844 pontos.
Durante toda a manhã, o 💥️Ibovespa operou em leve alta. Às 12h03, subia 0,41% e marcava 109.286 pontos.
Se isso serviu para confirmar o piso, agora a Bolsa precisa provar que é capaz de superar os 116 mil pontos para voltar a embalar. É nesta região que os grafistas localizam a primeira resistência de alta.
A 💥️Ágora Investimentos, por exemplo, fixa essa resistência em 116.500 pontos. Para chegar lá, o Ibovespa deveria subir 7%, sobre o fechamento de ontem. O 💥️Banco Safra impõe um desafio ainda maior, ao localizar a resistência em 117.300 pontos. Rompê-lo vai requerer um salto de 7,8%.
💥️Qual é o limite do Ibovespa?
ÁgoraJogando contra
O problema, como se sabe, é que nem o cenário nacional, nem o exterior ajudam neste momento. 💥️Dentro de casa, os investidores continuam preocupados com a sinceridade do presidente Jair Bolsonaro, ao prometer respeitar os demais poderes e a Constituição, no recuo expresso pela carta redigida em conjunto com o ex-presidente Michel Temer, após os ataques ao STF nas manifestações de 7 de Setembro.
Para alguns analistas, o ruído político só tende a aumentar até as eleições de 2022, embaralhando as perspectivas de aprovação de alguma medida econômica consistente no Congresso & 💥️e, com elas, qualquer esperança de uma alta consistente na Bolsa.
Lá fora, a Evergrande continua causando calafrios, diante da possibilidade de colapso imediato e da mudez do governo de Pequim. A esperança dos investidores internacionais é que a China decida socorrer a gigante do ramo imobiliário, 💥️a fim de evitar uma versão 2.0 da quebra do banco Lehman Brothers. Como se sabe, em 2008, sua falência foi o estopim da crise financeira que sacudiu o mundo nos anos seguintes.
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