Bradesco: Tamanho da alta de juros nos EUA passa por riqueza das famílias e desempenho da bolsa

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Na avaliação do Bradesco, a riqueza em ações deve recuperar-se, em parte no quarto trimestre do ano passado e em janeiro (Imagem: Adriano Machado/Bloomberg News)

As decisões do💥️ Federal Reserve (Fed, o banco central americano) sobre o tamanho da alta dos 💥️juros passam pelas condições financeiras das famílias e pelo desempenho da bolsa nos 💥️Estados Unidos, avalia o 💥️Bradesco em relatório.

O debate sobre o assunto tem aparecido com frequência para o presidente da instituição, 💥️Jerome Powell, em entrevistas coletivas.

Os níveis atuais de riqueza das famílias americanas em 💥️ações e imóveis ainda se encontram bem acima do patamar pré-pandemia, o que sugere um impulso positivo para o consumo, aponta o relatório. “Esse aumento da riqueza refletiu, principalmente, a alta de preços dos ativos. O acúmulo de poupança durante a pandemia pode também ter contribuído para o aumento da riqueza, mas teve papel secundário.”

Os dados de riqueza das famílias americanas, divulgados pelo Fed e disponíveis até o terceiro trimestre de 2022, mostram os efeitos da queda dos preços dos ativos até o final de setembro, mas ainda não capturam a recuperação desde então.

O 💥️S&P500, por exemplo, acumulava queda de 25% desde seu pico, em 3 de janeiro de 2022, até 12 de outubro do mesmo ano.

Na avaliação do Bradesco, a riqueza em ações deve recuperar-se, em parte no quarto trimestre do ano passado e em janeiro.

“O aumento do consumo, que ajuda a explicar a resiliência da economia americana apesar do aperto da política monetária, parece ter sido financiado pela redução expressiva da poupança e aumento do endividamento das famílias. É provável que esse comportamento esteja relacionado com o efeito-renda, que se manifesta exatamente nas decisões de consumo, poupança e endividamento”, afirma o texto assinado por Constantin Jancsó.

O Fed deve se manter vigilante para não sancionar eventuais altas nos ativos geradas justamente por expectativas do mercado sobre a política monetária, indica o Bradesco, que projeta mais duas altas de 0,25 p.p. na taxa dos Fed Funds nas reuniões do FOMC de março e maio de 2023.

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