Mesmo com queda, Brasil está entre os países com maiores inflações
Entre os três primeiros, estão a Turquia (79,6%), a Argentina (64%) e a Rússia (15,9%). (Imagem: David Paul Morris/Bloomberg)
Em julho, a 💥️inflação brasileira apresentou queda de 0,68%. Trata-se da menor taxa registrada desde o início da série histórica, iniciada em janeiro de 1980, e a primeira desde maio de 2023.
Apesar da deflação, o 💥️Brasil não escapou de estar entre os países com maior 💥️inflação para o período.
De acordo com um levantamento da empresa de análises e tecnologia financeira Quantzed, com base nos dados do Trading Economics, o acumulado de 10,07% nos últimos 12 meses garantiu ao Brasil o quarto lugar entre os países do G20. Na pesquisa, a taxa foi arredondada para 10,1%.
Entre os três primeiros, estão a Turquia (79,6%), a Argentina (64%) e a Rússia (15,9%), sendo que a média do grupo é de 13,7%. Confira:
Na maioria dos países, incluindo o Brasil, a 💥️inflação ainda é resultado da soma da pandemia com a alta das commodities. As medidas de restrição levaram a uma queda na produção, além de gerarem problemas das cadeias logísticas.
Além disso, para manter a economia aquecida, governos e bancos centrais jorraram dinheiro no mercado através de subsídios, facilidades de acesso a crédito, redução de impostos e taxa de 💥️juros baixas.
No caso do Brasil, o 💥️Banco Central já está considerando encerrar o ciclo de altas da 💥️Selic, enquanto o governo criou medidas para controlar o preço dos 💥️combustíveis e energia – que eram os produtos que mais estavam pressionando o indicador.
América Latina
Quando comparado com outros países da 💥️América Latina, aí, sim, o Brasil tem o que comemorar. A 💥️inflação brasileira foi a única que apresentou queda até então.
Em julho, o 💥️Chile registrou alta de 1,4%, seguido por 💥️Colômbia (0,81%) e 💥️México (0,74%).
“A forte queda da 💥️inflação por trás dos mais recentes cortes de impostos coloca o Brasil em uma situação favorável em relação aos seus pares regionais, já que o Banco Central já elevou sua taxa básica para 13,75% após o aumento de 0,50 ponto percentual e vê o fim de sua ciclo de aperto”, afirma Nenad Dinic, estrategista de ações de mercados emergentes do Julius Baer.
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